Não é moda, é movimento, um novo jeito de enxergar pessoas 60+, 70+, que seguem ativas, curiosas, produtivas, conectadas com o mundo e, principalmente, donas da própria narrativa. Gente que não se encaixa mais no rótulo ultrapassado de “idoso” e muito menos aceita ser colocada na prateleira da invisibilidade.
O NOLT escancara uma verdade incômoda para muitos: envelhecer não é sinônimo de parar, mas para quem tem o privilégio e escolhe, é um tempo de potência, repertório, clareza e liberdade.
E isso provoca e incomoda quem ainda insiste em associar idade à obsolescência e quem prefere fingir que o tempo não passa, em vez de se preparar para atravessá-lo com dignidade e atitude.
No mercado de trabalho, essa tendência joga luz sobre um dos preconceitos mais silenciosos e cruéis: o #etarismo.
Profissionais experientes seguem sendo descartados não por falta de competência, mas por excesso de idade. Como se maturidade, visão estratégica, inteligência emocional e responsabilidade fossem defeitos.
O NOLT confronta essa lógica míope e pergunta, sem pedir licença, por que ainda temos tanto medo da idade.
Para quem já passou dos 60, o recado é claro: você não chegou ao fim da linha, você chegou a um novo lugar.
Para quem ainda não chegou lá, fica o alerta: o futuro que você despreza hoje é o mesmo que espera você amanhã.
A forma como tratamos a longevidade agora define o mundo em que todos nós vamos envelhecer.
O #NOLT não é sobre idade, é sobre mentalidade. E essa, definitivamente, não tem prazo de validade.
- Ester Morgan é headhunter, escritora, palestrante, 5º Top100 Influencer Rh Brasil, 87º Top100 Most Influential Woman Worldwide e contra o #Etarismo
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