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Crises do STF e PF preocupam Centrais Sindicais

“As Centrais Sindicais denunciam a gravidade da crise institucional que atinge o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal. Diante desse cenário alarmante, exigem apuração imediata, independente e transparente, com absoluto respeito à Constituição e às instituições da República.”

Nota das Centrais Sindicais
As Centrais Sindicais expressam profunda preocupação diante da crise institucional envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal. O momento exige firmeza, transparência e respeito absoluto à Constituição e às instituições da República.
Vazamentos seletivos, divulgação parcial de informações e diferentes critérios de celeridade alimentam suspeitas de uso político da Justiça, comprometendo a confiança da sociedade nas investigações. A história recente já mostrou que manipulações desse tipo resultam em instabilidade e ameaçam a democracia.
É inadmissível que autoridades utilizem seus cargos para proteger interesses pessoais, perseguir adversários ou influenciar processos eleitorais. Tais práticas fragilizam o direito soberano do povo de decidir os rumos do país e expõem o Brasil a ingerências externas em um cenário internacional marcado pela ascensão de governos extremistas.
Diante da gravidade da situação, cabe ao STF reagir de forma imediata e colegiada, garantindo apuração célere, independente e transparente dos fatos. É essencial que os sigilos sejam integralmente quebrados, sem recortes ou vieses, e que investigados sejam afastados sempre que sua permanência possa comprometer as apurações.
A credibilidade do STF, da Polícia Federal, da Advocacia-Geral da União e das demais instituições deve ser preservada. O funcionamento pleno dessas instâncias é condição para uma democracia saudável, como demonstrado na defesa da soberania das urnas em 2022.
Em nome dos trabalhadores brasileiros, exigimos verdade, imparcialidade e estabilidade institucional. A democracia deve estar acima de qualquer interesse pessoal, político ou eleitoral.
São Paulo, 10 de setembro de 2026.

Sônia Maria Zerino da Silva – Presidente da NCST
Sérgio Nobre – Presidente da CUT
Miguel Torres – Presidente da Força Sindical
Ricardo Patah – Presidente da UGT
Ronaldo Leite – Presidente interino da CTB
Antonio Neto – Presidente da CSB
Nilza Pereira – Secretária-Geral da Intersindical
José Gozze – Presidente da Pública Central do Servidor
Luiz Arraes – Coordenador-Nacional do FST

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