O “Projeto Mulheres que Pensam o Brasil” surge como uma iniciativa inédita da sociedade civil para transformar indignação em ação política. Idealizado pela organização Quero Você Eleita (QVE) e articulado com instituições como Instituto Global ESG, Elas Pedem Vista, Elas no Poder, IGCP, Rede Governança Brasil e Mulheres em Relações Governamentais, o projeto busca ampliar a representação feminina nos espaços de decisão e poder.
A proposta, estruturada em quatro pilares, pretende criar mecanismos permanentes de mobilização e fortalecimento da liderança feminina. Entre eles, destacam-se: a Semana Nacional em março, voltada à filiação e incentivo à participação política das mulheres; uma Campanha Institucional Permanente, que reforça o voto feminino como instrumento de justiça social; a Transparência, com monitoramento da presença de mulheres em cargos eletivos; e a Justiça Financeira, que prevê a destinação de multas eleitorais para financiar a formação de novas lideranças.
Mais do que um projeto de lei, trata-se de um movimento que responde ao clamor contra o feminicídio e a sub-representação política das mulheres. A iniciativa dialoga diretamente com o Plano de Gênero de Belém (COP 30) e com os objetivos da Agenda 2030, reafirmando que o acesso ao poder é um direito que deve ser exercido por todas.
Instituições interessadas podem apoiar o projeto de diferentes formas: oferecendo suporte institucional, contribuindo com sugestões técnicas ou assinando formalmente como entidades apoiadoras. A mensagem central é clara: lugar de mulher é no orçamento, na decisão e no poder.
O convite está lançado junto às representantes da Confederação Nacional de Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade – Contratuh, através da diretora da Mulher e Gênero, Mariazinha Hellmeister, invocando para que todas se unam a essa construção coletiva e ajudem a redefinir os rumos da democracia brasileira, colocando mais mulheres no parlamento e ampliando a ação feminina em defesa e pela luta de igualdade de condições.
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