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Centrais se unem pelas vítimas do terremoto na Venezuela

As centrais sindicais brasileiras lançaram uma campanha de solidariedade em apoio ao povo venezuelano, que enfrenta uma grave crise humanitária após os terremotos de 24 de junho. Até agora, 3.535 pessoas morreram, 16.740 ficaram feridas e 17.854 estão desabrigadas, segundo dados oficiais divulgados no dia 6 de julho. A tragédia destruiu residências, hospitais, estradas e serviços essenciais, deixando milhares de famílias sem condições mínimas de sobrevivência.

Nota oficial das centrais sindicais

Centrais sindicais conclamam entidades a organizarem arrecadações urgentes

As centrais sindicais brasileiras, confederações, federações e sindicatos lançam uma campanha de solidariedade em apoio ao povo venezuelano, atingido por fortes terremotos desde o dia 24 de junho.

A tragédia, que devastou Caracas, La Guaira e regiões próximas à fronteira com o Brasil, já provocou 3.535 mortes, mais de 16 mil feridos e quase 18 mil desabrigados. Milhares de famílias permanecem em abrigos temporários, enquanto equipes de resgate e voluntários seguem atuando em meio aos escombros.

Diante deste cenário de emergência humanitária, conclamamos todas as entidades sindicais a se mobilizarem e organizarem campanhas de arrecadação de donativos destinados à população venezuelana.

As doações podem incluir:

  • Alimentos não perecíveis e água potável
  • Kits de primeiros socorros e medicamentos básicos
  • Artigos de higiene pessoal
  • Fraldas e artigos para bebês
  • Ração e medicamentos para cães e gatos
  • Barracas, lonas, cobertores, colchões e roupas limpas
  • Lanternas, pilhas, baterias e carregadores portáteis

A solidariedade internacional é um valor histórico do movimento sindical. Neste momento de dor e sofrimento, cada gesto de apoio pode fazer a diferença para milhares de famílias venezuelanas.

São Paulo, 27 de junho de 2026

Sonia Zerino, presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores), Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores) Miguel Torres, presidente da Força Sindical Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores) Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) Antonio Neto, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) Nilza Pereira, secretária-geral da Intersindical José Gozze, presidente da Pública Atnágoras Teixeira Lopes, Secretário Executivo da CSP Conlutas Emanuel Melato, presidente da Intersindical Instrumento de Luta Luiz Arraes, coordenador-nacional do FST (Fórum Sindical de Trabalhadores).

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