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Nos 20 anos, Viver Mulher, traz exemplos, estimula e fortalece a mulher

Os 20 anos do programa Viver Mulher, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh), foram celebrados nesta quinta-feira, 19 de março, com duas palestras magistrais transmitidas pela internet e acompanhadas por uma expressiva participação de sindicalistas de todo o Brasil.

Wesley Coelho e Marta Lívia Suplicy encantaram diretores e filiados da Contratuh com seus conhecimentos. Os temas Saúde Mental e Feminicídio foram amplamente discutidos, trazendo reflexões profundas e entusiasmo aos participantes.

As palestras sugeriram soluções coletivas, políticas públicas e estimularam as mulheres da Contratuh a se engajarem em programas de defesa feminina, mostrando caminhos para uma representação mais efetiva. O encontro ultrapassou em quase uma hora o tempo previsto, devido ao grande número de sindicalistas envolvidos e motivados.

Frases marcantes como “amiga que não denuncia está te matando um pouco”, sobre a importância da proteção, e “toda vez que uma mulher se defende, ela defende todas as outras mulheres” repercutiram intensamente, gerando manifestações emocionadas durante o evento.

O impacto psicológico e o chamado à participação das mulheres da Contratuh podem resultar em uma transformação significativa, que certamente se refletirá em ações concretas, segundo várias participantes.

Marta destacou: “A melhor forma de prevenção se dará pela ação, através de palestras, seminários e educação”. Já Wesley lembrou que “muitas vezes os agressores estão tão deseducados que não chegam a perceber que estão cometendo crimes”.

Distorções e desafios

Os palestrantes também alertaram que, mesmo com leis recentes e vigentes, ainda existem muitas distorções alimentadas pelos meios de comunicação e redes sociais, que contribuem para a falta de preparo e de cultura da sociedade.

“É importante lembrar que os canais de denúncia contra crimes contra a mulher não são uma caixinha de sugestões, mas sim um meio legal e eficiente de criar ambientes livres, transformando o silêncio em voz coletiva”, reforçaram.

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