Nesta segunda-feira, 2 de março, as ruas de São Paulo amanheceram com a força e o protagonismo das trabalhadoras brasileiras. O Fórum Nacional de Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais (FNMT-CS) deu o pontapé inicial ao Março Mulher 2026, reafirmando o compromisso histórico com a emancipação feminina e a justiça social.
Mobilização na Estação Brás: Onde o Trabalho Acontece
A concentração teve início às 6h30, no Largo da Concórdia (Estação Brás), um ponto estratégico de circulação da classe trabalhadora. O objetivo foi claro: dialogar diretamente com a população sobre as pautas que definem a sobrevivência e a dignidade das mulheres no Brasil atual:
- Igualdade Salarial e de Oportunidades: Pelo fim da disparidade de renda entre gêneros.
- Combate à Violência: Tolerância zero contra o assédio no trabalho e o feminicídio.
- Valorização do Trabalho Feminino: Reconhecimento das jornadas duplas e triplas que sustentam a economia.
Rumo ao 8 de Março
A presidenta da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Sônia Zerino, esteve presente e enfatizou que este mês é o símbolo de uma resistência contínua. Segundo ela, a mobilização no Brás é apenas o prelúdio para o 8 de Março — Dia Internacional da Mulher, data que servirá como um grande clamor nacional por políticas públicas eficazes e proteção social.
“Nossa luta não se resume a um dia, mas o 8 de março é o nosso marco de resistência. Estamos aqui para dizer que a vida das mulheres trabalhadoras é prioridade e que não aceitaremos nenhum passo atrás em nossos direitos,” afirmou Sônia Zerino.
Agenda de Lutas
Esta ação abre oficialmente um calendário intenso de atividades que ocorrerão ao longo de todo o mês. O Março Mulher 2026 promete ser um divisor de águas, fortalecendo a rede de apoio entre as centrais sindicais e a sociedade civil em defesa da vida, da dignidade e do futuro de todas as brasileiras.





