As Centrais Sindicais já começam a se mobilizar para mais uma comemoração do Dia do Trabalhador, 1º de Maio. Este ano o tema já está escolhido: “Por um Brasil mais justo: Solidário, Democrático, Soberano e Sustentável”. Eventos serão desdobrados em todo o país, em mais uma grande jornada de força e luta do Movimento Sindical Brasileira.
Bandeiras como “Redução da jornada, sem redução salarial”; “Fim da carestia”; “Isenção do ir até r$ 5 mil”; “Menos juros, mais empregos” e
Igualdade salarial entre homens e mulheres (lei 14.111)” estarão sendo desfraldadas nas ruas, como meta daquele dia.
Toda a programação já começa agora em 9 de abril e se estende até a data do trabalhador. Serão desenvolvidos debates, seminários e atividades culturais sobre a origem e o significado do 1º de Maio. Os eventos serão realizados pelos sindicatos, federações, confederações filiadas às Centrais Sindicais numa ação unificada para selar a união de todo o movimento sindicalista brasileiro.
Plenária
No dia 29 de abril, uma terça-feira, em Brasília (DF) acontecerá a Plenária da Classe Trabalhadora. Será um dos pontos altos, para atualizar a Pauta da Classe Trabalhadora. Após a Plenária haverá uma caminhada para a entrega do documento aos presidentes da Câmara Federal, Deputado Hugo Motta; do Senado Federal, Senador Davi Alcolumbre; do STF (Supremo Tribunal Federal), Ministro Luís Roberto Barroso; TST (Tribunal Superior do Trabalho), Ministro Aloysio Corrêa da Veiga e para o presidente da república, Luiz Ignácio Lula da Silva.
A jornada será fechada no dia 1º de Maio, com shows e atividades culturais e esportivas em todo o Brasil. Em São Paulo, o ato será na Praça Campo de Bagatelle, zona norte. Em São Bernardo do Campo (SP), assim como em várias cidades do interior e da Grande São Paulo, haverá também manifestações com atos políticos e culturais.
As Centrais Sindicais convidam o público trabalhador e familiares para participara de toda a programação, notadamente a do 1º de Maio.
Estão confirmados como integrantes deste movimento os presidentes: Moacyr Tesch Auersvald, presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores); Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores); Miguel Torres, presidente da Força Sindical; Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores); Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil);
Antonio Neto, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros);
José Gozze, presidente da Pública Central do Servidor e Nilza Pereira, secretária geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora
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