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Brasil inicia 2026 com recorde de empregos e mais renda, diz Luiz Marinho

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que o Brasil começa 2026 com indicadores históricos no mercado de trabalho. Desde 2023, foram criados mais de 5 milhões de empregos formais, elevando o número de vínculos com carteira assinada para 49 milhões — o maior da série histórica. A taxa de desemprego caiu para 5,2%, a menor desde 2012.

Segundo Marinho, o crescimento é distribuído entre estados e setores, fortalecendo a economia e reduzindo vulnerabilidades. Ele ressaltou que o novo salário mínimo de R$ 1.621, com ganho real, e a isenção de Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil devem injetar mais de R$ 100 bilhões na economia em 2026, ampliando consumo e geração de empregos.

Mudanças em 2026

Além dos bons resultados, o ministro destacou medidas que já começam a valer neste ano e que impactam diretamente os trabalhadores:

  • Fim gradual da escala 6×1: o governo trabalha para reduzir a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, ampliando o descanso e garantindo mais qualidade de vida.
  • Novo salário mínimo: R$ 1.621, com aumento real, já está em vigor.
  • Isenção do Imposto de Renda: trabalhadores que recebem até R$ 5 mil mensais ficam livres da cobrança; rendas até R$ 7,35 mil terão descontos progressivos.
  • Regulação do trabalho por aplicativos: proposta em discussão no Congresso busca assegurar direitos básicos, proteção previdenciária e maior transparência na remuneração de motoristas e entregadores.
  • Modernização do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT): novas regras reduzem taxas das operadoras e ampliam a aceitação dos cartões, beneficiando 22 milhões de empregados.
  • Fortalecimento da aprendizagem profissional: mais de 700 mil jovens já estão inseridos pelo Programa Jovem Aprendiz, que segue como prioridade para ampliar oportunidades de primeiro emprego.
  • Seguro-Defeso: passa a ser gerido pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com foco em fiscalização e combate a fraudes, garantindo proteção às famílias de pescadores artesanais.

Fonte: Ascom MTE e foto de Vitor Vasconcelos/Secom-PR

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